Este blog tem por objectivo a divulgação das actividades da Casa de Cultura de Corval
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
INFANTIS CASA DE CULTURA DE CORVAL
A nossa equipa de infantis iniciou no passado sábado e pela 1ª vez na história da C.C.C., o campeonato distrital de infantis apuramento de campeão. A Casa de Cultura de Corval deslocou-se a Évora ao dificil campo do Lusitano de Évora, e perdeu por 6 bolas a 0. Para os nossos miudos não deixou de ser um bom resultado pois existe uma grande diferença de idades da nossa equipa em relação a todas as outras, nós neste jogo, jogámos com 4 miudos com idade de escolas e 2 infantis de 1ºano e daí enaltecer todo esforço dos nossos miudos, esforço esse que foi de 200%. Vamos apoiar esta equipa que bem precisa e que no próximo Domingo vai de novo entrar em campo desta vez no campo do Borbense.
Tiago Dez Reis na Seleção de Évora
Na passada 2ª feira o nosso atleta Tiago Dez Reis participou no treino da seleção distrital sub-13, dando mostras de boa técnica e cumprindo sempre o que lhe foi pedido.
Fazemos votos que tinha sido a 1ª de muitas chamadas á seleção.
Força TIAGO.
Fazemos votos que tinha sido a 1ª de muitas chamadas á seleção.
Força TIAGO.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Quem não marca sofre… Capítulo II
Corval 1 / Aldeense 1
A constituição da equipa do corval:
1-Bruno; 3-Álvaro; 4 Canilhas; 7-Tiago Conceição; 8-David Lameira (2-Mário Guedelha); 9-Vitor Bibiu (17-Aldo); 18-Paulo Bento (10-Sérgio Fialho); 20-Ricardo Vitorino; 21- Nuno Bernardino; 22- David Rodrigues; 23- Balé
Mais uma vez o Corval demonstrou dificuldades em marcar e… facilidade em sofrer golos.
Para este jogo o Corval tinha ausências de peso; António Caeiro, Roberto e Fernando Marques. Do lado do Aldeense, o avançado Quim Zé, também esteve ausente por lesão.
Forçado a mexer na sua habitual defesa, o Corval, tremeu na linha mais recuada logo no inicio da partida. Com apenas 2 minutos jogados, boa iniciativa de Rosinha pelo lado esquerdo do ataque, na linha de fundo fez o cruzamento para Nelson, que falhou o remate, na sequência uma serie de ressaltos, só terminou quando Balé, em trabalho defensivo, afastou o esférico para longe da sua baliza. Estava dado o aviso. Equilibrou o Corval, rapidamente acertou o passo, fazendo uso da boa troca de bola, chegou ao golo à passagem do minuto 13 numa jogada de insistência de Tiago Conceição, que depois de ter ganho dois ressaltos, resultado da entrega que deu ao lance, fez uma extraordinária assistência para Paulo Bento, este, isolado não desperdiçou a oportunidade de desfeitear Álvaro Fialho, num Chapéu que proporcionou um golo de belo efeito. Até ao intervalo tivemos uma partida agradável de seguir, com oportunidades para ambas as formações. Na memória ficou uma boa jogada entre Valério e José Júlio, que podia ter dado o empate ao Aldeense, quando o 10 das Aldeias de Montoito, apareceu isolado frente a Bruno, obrigando o guarda-redes da casa a boa defesa. Ao intervalo, a vantagem do Corval era justificada pela maior eficácia. A 2ª parte trouxe um “cenário” diferente. Com a ausência de Paulo Bento que ficou no balneário, e com David Lameira inferiorizado fisicamente, o Corval sentiu mais dificuldades perante o maior domínio do Aldeense. Apostado num jogo directo, os donos da casa, tiveram um conjunto de oportunidades que podiam ter “matado” o jogo. Logo no reatar do jogo, Tiago Conceição teve nos pés o 2-0. Pouco depois o mesmo protagonista, frente a Álvaro Fialho não conseguiu aumentar a vantagem da sua equipa. Estes lances não aproveitados pelo Corval deram maior confiança aos comandados de José Cartaxo, que tentaram aproveitar da melhor maneira as mexidas na defensiva do Corval, no entanto também estes estiveram especialmente perdulários. O prémio para o melhor futebol apresentado pelos visitantes chegou quando já ninguém esperava. A 30 segundos do fim do tempo de compensação (4” plenamente justificados), o Aldeense colocou justiça no resultado, numa jogada pelo lado canhoto do ataque, Bruno, que havia entrado no decorrer do 2º tempo, correu até á linha de fundo onde fez o cruzamento para Jorge Segurado empatar a partida. Na nossa opinião, o resultado assenta bem às duas equipas, pelo que jogaram, e pelas oportunidades criadas, ainda que, desperdiçadas.
Quanto ao árbitro da partida, Sr José Gomes, esteve bem e contou com a ajuda dos jogadores.
Rui Dener
R.C. Alentejo
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Futebol de fim de semana
As nossas equipas voltam a entrar em campo este fim de semana mais propriamente no Sábado dia 6 com os seguintes jogos:
Em Evora ás 9h e 30m LUSITANO X CCORVAL-Futebol Infantil.
Em S. Pedro do do Corval ás 15H CCCORVAL X ALDEENSE - Futebol Sénior.
Em Evora ás 9h e 30m LUSITANO X CCORVAL-Futebol Infantil.
Em S. Pedro do do Corval ás 15H CCCORVAL X ALDEENSE - Futebol Sénior.
Convocatória Selecção Distrital
O nosso atleta da equipa de infantins TIAGO DEZ-REIS, foi chamado á selecção distrital de sub-13.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Quem não marca…
S. António 1 / Corval 0
Constituição do Corval:
1-Bruno; 3- Álvaro; 4-Canilhas (Balé); 7- Tiago Conceição (Fernando Marques); 8-David Lameira; 10-Sérgio Fialho(Vítor Bibiu); 15-António Caeiro; 16-Roberto; 18-Paulo Bento; 21-Nuno Bernardino; 22-David Rodrigues;
Na deslocação a Évora, o Corval averbou mais uma derrota. No jogo frente ao Bairro de S. António, os comandados de Balé entraram muito bem na partida. Assumindo o comando das operações desde o apito inicial do árbitro, o Corval mostrou do que melhor sabe fazer, trocar a bola de uma forma rápida e segura em excelentes triangulações. Esta forma de jogar que já deu tão bons resultados voltou a pecar pela finalização. Na verdade a formação da casa ficou algo baralhada e porque não dizer, surpreendida, com a atitude demonstrada pelo Corval. Remetido à sua defensiva, o S. António não conseguia sair com a bola jogável da sua defensiva, onde inclusive, evidenciava algum nervosismo e insegurança. Pela maneira com estavam a jogar, os visitantes deixavam no ar a ideia de poder marcar a qualquer instante. De facto oportunidades surgiram algumas. Recordo os lances de Tiago Conceição, primeiro pelo lado canhoto do ataque a rematar cruzado, mas ao lado. Depois do lado direito a não conseguir desfeitear o guarda-redes João Nazaré que se arrojou ao solo para evitar o remate triunfante do “cenoura”. Ainda na 1ª parte ficou o registo de uma das melhor jogadas do desafio, com Paulo Bento a introduzir a bola na baliza adversária mas em posição irregular, não fora isso e daria a melhor sequência ao excelente passe de Nuno Bernardino. Mais uma vez a defender com o bloco muito subido, O Corval foi “apanhado” em contra - pé por duas vezes, numa delas surgiu a melhor oportunidade para os anfitriões, na sequência de um pontapé de canto o jogador da casa cabeceou solto de marcação e Bruno respondeu com uma grande defesa, ainda que, a dois tempos. Ao intervalo ficou-se com a sensação que o Corval podia ter saído com vantagem no marcador e, ao mesmo tempo deixou no ar a ideia que na 2ª metade podia dar o “golpe final”. Errado.
O S. António, a jogar em casa não gostou de ser “exprimido” pelo seu adversário. Entrou para a segunda metade com outra garra, afinal estava na perseguição ao 2º posto da tabela classificativa. Transfiguraram-se as duas equipas em sentidos opostos. Foi melhor o S. António na 2ª parte, fez ao seu adversário o que este lhe havia feito no 1º tempo. Mais dominadores os da casa, apertaram o cerco aos visitantes, com bolas bombeadas para o coração da área que colocaram em pânico a defensiva do Corval. Ao minuto 60, o S. António traduziu em golos a sua superioridade. Na sequência de um canto na direita do ataque da casa, bola batida ao 2º poste, Bruno defendeu o 1º remate, na recarga, Vítor Nunes, de cabeça, inaugurou o marcador. Justificava a vantagem o S. António pelo caudal ofensivo que apresentou na 2ª metade do jogo. Inexplicavelmente, o Corval que entrou para o 2º tempo, estava nervoso, desconcentrado, e “tremia que nem varas verdes”, perante os ataques adversários. Não conseguiu reagir ao golo sofrido e foram mesmo os da casa que estiveram perto de marcar por mais 2 vezes, em laces que a sorte protegeu os azuis de S. Pedro do Corval. Só perto do final, através de Paulo Bento e Roberto, o Corval esteve perto de marcar, mas mais uma vez foi perdulária a formação orientada por Balé. Numa partida com duas faces, levou a melhor a equipa que foi mais eficaz.
No final do encontro, Luís Patrão, técnico do S. António, disse em declarações à RC. Alentejo que na sua opinião o resultado era justo, embora pecasse por escasso sobretudo pelo que a sua equipa fez no 2º tempo, no entanto, reconheceu que o Corval foi melhor na 1ª parte.
Do outro lado, Balé, reconheceu que a segunda parte da sua equipa tinha sido em desastre e explicou a derrota com a necessidade que teve em alterar o sistema de jogo colocando mais um avançado. Na opinião do técnico da C. C. Corval, por aquilo que cada equipa mostrou em campo, o Corval na 1ª, o S. António na 2ª, o resultado mais justo seria o empate.
O árbitro da partida, Sr. Alberto Silva, deixou uma marca positiva neste jogo.
Rui Dener
RC Alentejo
domingo, 17 de janeiro de 2010
Houve justiça! Corval 3 / Rosário 1
À partida para a 11ª jornada do campeonato, esperava-se um grande jogo em S. Pedro do Coral. O Rosário apresentava-se com a moral elevada, depois de ter batido o Estremoz por 5-2, a equipa orientada por Isaías, deixava no ar um misto de incerteza sobre o que podia fazer neste jogo, sabendo-se que este Rosário tinha apenas uma vitória fora em 5 jogos e estava desfalcada de 3 elementos, com destaque para Fábio Silva, o melhor marcador da equipa. As expectativas aumentaram ainda mais depois de se conhecer a constituição do Corval que apresentava 5 alterações no onze inicial. Esta era outra das questões a ter em conta pois o Corval vinha de uma derrota em S. Manços e tantas alterações podiam funcionar de forma negativa, se tivermos em conta que, dos cinco jogadores chamados ao onze inicial por Balé, 3 deles não têm sido sequer suplentes utilizados.
O Corval alinhou da seguinte forma:
1-Flávio; 4-Canilhas; 8-David Lameira, 9-Vítor Bibiu (7-Tiago Conceição); 10-Sérgio Fialho; 14-Ruben (16-Roberto); 15-António Caeiro; 18-Paulo Bento; 20-Ricardo Vitorino; 21-Nuno Bernardino; 22- David Rodrigues (2-Mário Carrasco).
Após o apito inicial, as coisas começaram a correr bem aos da casa, que logo aos 3 minutos de jogo inauguraram o marcador, com um bom passe de Nuno Bernardino que leu bem o avanço da defensiva visitante, colocando a bola nas costas da mesma isolando Vítor Bibiu que, frente a Balixa (guarda-redes), não desperdiçou. Com maior domínio do Corval que apresentava o bloco defensivo muito subido, o Rosário não tinha espaço de manobra, primeiro porque nos pareceu algo desconcentrado e segundo pela acção do adversário. Com o golo obtido o Corval não abrandou o ritmo de jogo e esteve perto de marcar por duas ocasiões. Num dos lances mais bonitos do jogo, Sérgio Fialho, em jogada individual pelo lado canhoto do ataque, deixou 3 adversários para trás, colado à linha de fundo e no interior da grande área, deixou toda a gente pelo caminho, quando ia para rematar Balixa roubou-lhe o esférico. Outra das oportunidades foi por intermédio de Paulo Bento, na cobrança de um livre sobre a esquerda, a que Balixa correspondeu com uma grande defesa desviando a bola pela linha final.
Já cheirava a intervalo no parque desportivo de corval, quando o técnico do Rosário mexe na equipa, fazendo entrar Caradas para o lugar de Tiago. Caradas acabado de entrar, na 1ª vez que toca na bola, fez o golo do empate. Numa jogada sem perigo aparente para a baliza do Corval, surge o remate de Ema, Caradas, como por instinto, coloca o pé à bola fazendo um chapéu a Flávio que nada podia fazer. Com intenção ou não, o que é certo, é que o golo de Caradas foi de belo efeito, coroando com êxito uma das poucas jogadas de ataque dos forasteiros durante a 1ª parte do desafio.
Na 2ª metade, nada de novo. A jogar em casa o Corval, tinha que procurar o golo da vantagem, no entanto, ainda nos primeiros 15 minutos, reclamou-se grande penalidade na área dos da casa. Ficou a sensação que David Rodrigues tocou a bola com a mão, o árbitro de frente para o lance nada assinalou, na única jogada polémica do encontro. Pouco depois, já com Roberto em campo, o Corval aumentou a vantagem. Ricardo Vitorino, deu o melhor seguimento a uma boa jogada de Roberto, que depois de deixar alguns adversários pelo caminho isolou Ricardo Vitorino, que rematou forte sem qualquer tipo de hipótese para Balixa. Oito minutos depois foi a vez de Roberto fazer o gosto ao pé, correspondendo da melhor maneira ao passe de Tiago Conceição. Até final da partida, ainda tivemos tempo para ver dois grandes lances de futebol em qualquer parte do mundo. Os protagonistas foram os mesmos; Paulo Bento e Balixa. O 1º momento foi um grande remate de fora da área que levava selo de golo, depois numa jogada de génio de Paulo Bento, que fez passar a bola por cima de si próprio conseguindo bater toda a defensiva do Rosário, rematou isolado só que Balixa respondeu com a defesa da tarde. No final, a vitória do Corval não sofreu contestação, porque venceu a melhor equipa em campo. Isto mesmo reconheceu o técnico Isaías, em palavras à RC. Alentejo apontou como razões para a derrota alguma desconcentração e talvez excesso de confiança da sua equipa. Ainda em declarações à mesma rádio, o técnico que foi expulso no decorrer da 2ª metade, queixou-se da dualidade de critérios do árbitro do encontro, no entanto destacou o mérito da vitória do seu adversário.
Balé no final do encontro, estava satisfeito com a atitude dos seus jogadores realçando que a mexida na equipa fora um a aposta ganha.
Quanto ao árbitro, Sr. José Canaverde, não esteve brilhante, mas também não deixou saudades, principalmente aos homens do Rósario.
A última palavra é de apreço, para quem trata do pelado do parque desportivo de Corval, que apresentava um óptimo estado, depois de ter havido jogo de infantis algumas horas antes e tendo em conta que tem chovido imenso nos últimos dias.
Rui Dener
RC. Alentejo
Infantis Goleiam o Montoito
Já com a passagem assegurada á fase final do campeonato distrital de infantís, os nossos miúdos receberam e golearam por 7 bolas a zero a equipa do Montoito Sport Clube. No segundo ano de participação no campeonato distrital de infantis, com um plantel em que a maioria dos atletas ainda são escolas é de facto um feito inédito. Agora vamos aguardar pelo sorteio da segunda fase do campeonato e aí os nossos jovens não terão tarefa fácil, pois vão defrontar equipas muito mais maduras e experientes que a nossa, mas por certo os nossos rapazes vão lutar até á exaustão pela melhor classificação possivel. Força Miúdos, estamos todos convosco.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
“BRAVOS GUERREIROS”
S. Manços 2 / Corval 1
Rui Dener
RC Alentejo
Numa tarde muito fria e com a chuva a dar tréguas durante o jogo, em S. Manços para receber este jogo da 10ª jornada. Chegou-se mesmo a pensar que o jogo não se iria realizar devido ao mau estado do terreno que se apresentava quase impraticável.
O corval alinhou da seguinte forma:
1-Bruno (cap)
1-Bruno (cap)
3-Álvaro
6-Fernando Marques (Cláudio Canilhas)
8-David Lameira
9-Vitor Bibiu (Tiago Conceição)
15-António Caeiro
16-Roberto
20-Ricardo Vitorino
21-Nuno Bernardino
22-David Rodrigues
23-Balé
Entrou melhor a formação da casa que dominou os primeiros 10 minutos, não deixando o Corval sair do seu meio campo com a bola jogável, no entanto sem criar qualquer situação de perigo. Sem perder a noção das suas posições o Corval tentava sacudir a pressão e conseguiu à passagem dos 15 minutos, numa boa jogada entre Balé e Ricardo Vitorino com este a rematar para a 1ª grande intervenção do guarda - redes Luís, que esteve em tarde inspirada. Na sequência deste lance nova oportunidade para o Corval, desta feita num grande remate de António Caeiro a que Luís, mais uma vez correspondeu com grande defesa. Estava em sentido a defensiva do S. Manços, no entanto, na resposta os da casa estiveram perto de marcar, numa jogada de insistência em que Nuno Anjos frente a Bruno, rematou mas o guarda-redes do Corval, correspondeu com grande defesa para canto. Pouco depois surgia o golo do S. Manços. O lance foi fotocópia do anterior entre Bruno e Nuno Anjos, desta feita com a recarga a ser feita por Mário, que estava sozinho à boca da baliza e fez o mais fácil. Era acima de tudo um prémio para a formação da casa. Não perdeu tempo o Corval que manteve a mesma toada e a criar situações de golo constantemente falhadas, umas vezes por demérito dos avançados, outras, a maioria, por mérito do guarda-redes da casa. Foi mesmo ao cair do pano da 1ª parte que os forasteiros chegaram ao empate. Uma falha do defesa Luís santos, permitiu a Vítor Bibiu ficar isolado frente a Luís, perante o remate do avançado Luís fez mais uma grande defesa, só não conseguiu evitar que a bola voltasse a Bibiu e deste para a recarga de Ricardo Vitorino que apontou o golo da igualdade. Ambas as equipas obtiveram um prémio justo para o que fizeram durante os primeiros 45 minutos.
Na 2ª metade as coisas foram diferentes. Entrou melhor o Corval em busca do golo que pudesse dar a vantagem no marcador. Valeu novamente Luís que num bom par de defesas evitou que os forasteiros tomassem a dianteira. Dominador, o Corval mantinha o seu adversário meio atordoado, o S. Manços respondia como podia ao maior domínio dos visitantes. Azar ou falta de atenção (vou mais pela segunda), os da casa chegaram ao golo da vantagem na cobrança de um livre, bola rasteira para o coração da grande área e Nuno Anjos desta vez a levar a melhor sobre Bruno, rematou a bola ao ângulo superior esquerdo sem qualquer hipótese para o guarda-redes do Corval. Estava o jogo a 19 minutos do final.
Até ao derradeiro apito do árbitro o resultado não sofreu alterações e o jogo também não, uma vez que o corval este sempre (!) à procura do golo da igualdade.
No final do encontro Rebelde, treinador do S. Manços, disse que ficou muito contente com a atitude dos seus jogadores e com a obtenção de mais 3 pontos. Disse ainda que na sua perspectiva o resultado mais justo seria o empate.
Balé queixou-se da falta de sorte e também da ineficácia dos seus avançados.
Quanto ao árbitro da partida, Fernando Oliveira, não teve qualquer influência no resultado apesar das maiores dificuldades que encontrou na 2ª metade do desafio.
Última palavra para os jogadores das duas equipas, os “Bravos Guerreiros” que resistiram ao frio e se sujeitaram a jogar num imenso lamaçal, a troco de nada, apenas pelo gosto de jogar futebol. Independentemente do resultado, parabéns a todos.
Rui Dener
RC Alentejo
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mais uma vitória... mais uma goleada!
Diz a tradição das últimas épocas, que os jogos entre Vera Cruz e Corval acabam sempre com muitos golos. Mais uma vez a tradição manteve-se. Desta feita com o Corval a golear por 4-0, curiosamente, repetiu o resultado da época passada e também o da jornada 8 frente ao Azarujense.
Numa partida que se adivinhava difícil para ambas as equipas, uma vez que, a turma da casa só tinha sofrido 3 golos em casa à partida para esta jornada, e o Corval que apenas tinha 2 golos marcados fora do seu reduto.
Entrou melhor a equipa de S. Pedro do Corval, tomou conta do jogo desde o apito inicial, pressionando o seu adversário que defendia como podia e tentava sair em contra-ataque, ainda que, sem efeitos práticos. Aos 12 minutos de jogo ficámos a perceber como o futebol por vezes pode ser simples e eficaz. Refiro-me claramente ao lance que ditou o primeiro golo dos visitantes. Bruno bateu o esférico para o meio campo adversário, apanhando de surpresa a desatenta defensiva dos da casa, Ricardo Vitorino aproveitou, isolando-se frente a Cláudio que nada podia fazer ante o remate forte e colocado do avançado do Corval.
Com este golo, aquela que parecia ser a estratégia do Vera Cruz caiu por terra. Obrigado a procurar o golo que podia dar o empate, a formação da casa subiu mais no terreno e deixou muitas vezes desguarnecida a sua defensiva, que teve grandes dificuldades em parar os avançados Roberto e Ricardo Vitorino, este último que viria a aumentar a vantagem do Corval aos 34 minutos, num lance em tudo idêntico ao do golo inaugural, em que Cláudio estando mais atento do que os seus defesas, escorregou na altura de pontapear a bola para longe, deixando assim a sua baliza à mercê de Ricardo Vitorino que não se fez de rogado e aumentou a contagem. Ao intervalo a vantagem do Corval justificava-se plenamente, uma vez que foi a melhor equipa em campo, pela atitude e pelo futebol objectivo apresentado, que “sufocou” completamente o seu adversário, que apenas teve um lance de perigo já mesmo ao cair do pano dos primeiros 45 minutos.
A 2ª metade do desafio trouxe um panorama diferente. Com o Corval em vantagem por duas bolas a zero, a palavra de ordem era gerir e esperar pela iniciativa da turma da casa. Assim foi. Com domínio consentido, o Vera cruz partiu em busca do golo. Realizou uma boa 2ª parte, mas foi o Corval que viria a marcar pela terceira vez, numa jogada simples de contra ataque em que Balé, depois de rematar ao poste, fez a recarga e aumentou a contagem à passagem dos 69 minutos, coroando com êxito a jogada de bom entendimento com Ricardo Vitorino. Volvidos 16 minutos, o Corval iria fechar o marcador com o 4º golo, obtido na transformação de uma grande penalidade cometida sobre Ricardo Vitorino, de resto, lance que nos deixou algumas dúvidas, ainda assim, damos o benefício da dúvida ao árbitro da partida que estava a seguir a jogada de perto. Chamado a converter, Roberto não desperdiçou.
Na nossa opinião vitória justa da melhor equipa em campo, por números que podiam ser maiores, mas que ao mesmo tempo também seria um castigo demasiadamente pesado para o Vera Cruz que, apesar de não ser uma equipa com muitos argumentos, lutou imenso e deixou em campo tudo o que tinha, e como diz o povo: “Quem dá o que tem, a mais não é obrigado!”.
No final do encontro, Balé estava feliz com a atitude dos seus jogadores que cumpriram à risca as suas instruções, e mostraram de novo alegria a jogar futebol. O treinador do Corval disse ainda que, o resultado foi justo e que pecou por escasso.
Quanto ao treinador do Vera Cruz, Sr. Francisco Abundância, deixou-nos “pendurados”, ainda assim, mostrando respeito, diga-se o que não tiveram por nós, não quisemos abandonar as instalações sem ouvir um dos intervenientes na partida pelo lado do Vera Cruz, e foi Tiago Rocha, Jogador da casa, que sendo” voluntário à força”, assumiu que ele e os seus companheiros, iriam tentar inverter o rumo dos acontecimentos e fazer uma boa 2ª volta no campeonato.
O árbitro da partida, não fez uma actuação brilhante mas na nossa opinião não comprometeu, excepção feita ao lance da grande penalidade que como já disse, deixou-me muitas dúvidas.
Uma última palavra para Ricardo Vitorino, que por ter marcado dois golos e por ter estado ligado aos outros dois da sua equipa, foi sem dúvida o melhor em campo.
Rui Dener
RC. Alentejo
Nota: Quem nos solicita a constituição da equipa porque só através do blog é que pode acompanhar o nosso clube, deixo aqui a indicação de que pode ouvir os relatos via internet em www.rcalentejo.com.pt.
De qualquer forma no domingo a nossa equipa alinhou com: 1-Bruno Ramalho, 3-Álvaro Cardoso, 4-Cláudio Canilhas, 6-Fernando Marques, 8-David Lameira, 15-António Caeiro, 16-Roberto Cachaço, 20-Ricardo Victorino, 21-Nuno Bernardino, 22-Davide Rodrigues e 23-Balé. aos 70' Victor Bibiu entrou para o lugar de Cláudio Canilhas, aos 82' Ruben Gança entrou para o lugar de Davide Rodrigues e aos 86'Aldo Lourenço entrou para o lugar de Balé.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
VITÓRIA GORDA EM EXIBIÇÃO FINA
A Casa de Cultura de Corval venceu sem apelo nem agravo o Azarujense por 4-0, mas voltou a evidenciar a sua maior lacuna no presente campeonato: a finalização.
Com efeito, para uma equipa que marca quatro golos, apelidar de lacuna a finalização até pode parecer contraproducente, mas só para quem não assistiu ao jogo.
Numa tarde de Sábado de muito frio, o jogo iniciou-se inclinado para a baliza de Passarinho e assim permaneceu até ao apito final do árbitro da apartida.
Numa exibição muito refinada, o Corval, optando sempre que possível por jogar com a bola rente ao pelado, como aliás é seu apanágio e imagem de marca do seu técnico, desde cedo deixou perceber quem mandava no jogo e o que pretendia. Muito forte a defender, astuto a controlar o meio-campo e o jogo e feroz e criativo no ataque, a formação do Azarujense não teve outro remédio do que resguardar a sua baliza e impedir, na medida do possível, as investidas do ataque corvalense. O problema é que o Corval jogava todo-o-terreno, ou seja, não tinha zonas preferenciais para atacar, criando por isso muitas dores de cabeça ao último reduto contrário. Desta forma, o Azarujense procurava juntar mais gente atrás, acabando por se acantunar dentro dos trinta metros à frente de Passarinho.
O Corval jogava, porfiava, criava oportunidades, mas os golos não apareciam. Não fosse a tarde afinada de Roberto, com a obtenção de dois golos no primeiro tempo, e o Corval poderia ter tido mais um desagradável amargo de boca. Para rematar o que atrás disse, recordo que até uma grande penalidade a equipa da casa desperdiçou por intermédio de Paulo Bento.
A segunda parte começou com o melhor tónico possível para o Corval e ao mesmo tempo com a estocada final nas aspirações do Azarujense. Roberto encheu-se de brios e facturou o seu terceiro golo no jogo e do jogo. A partir daqui a história da partida estava contada quanto ao vencedor, restava conhecer o seu epílogo quanto ao resultado final.
A toada em nada se alterou, houve sempre muito Azarujense a defender e pouco a atacar. A equipa de de S. Bento do Mato nunca mostrou argumentos para poder discutir o jogo com o seu adversário e confirmou o porquê de ter somado apenas três pontos em oito jogos. Significativo.
Quanto ao Corval, os golos continuam de costas voltas para as exibições, que na maioria dos casos são boas ou suficientes para alcançar bons resultados, mas a verdade é que são os golos que dão vitórias e pontos e a sua posição na tabela classificativa reflecte isso perfeitamente. E, por mais caricato que possa parecer, o jogo até acabou com a imagem de marca deste Corval: Roberto falhou um golo em plena pequena área e com a baliza completamente desguarnecida. Assim ...
Vitória sem mácula da Casa de Cultura, perante uma equipa que nos pareceu globalmente frágil, mas humilda e lutadora. O Azarujense nunca baixou os braços e fez pela vida, o que era possível fazer. Registe-se ainda que atirou uma bola à barra e viu ainda Tiago desperdiçar a sua melhor oportunidade, quando na cara de Bruno não conseguiu bater o guarda-redes local.
Balé era um homem satisfeito no final do jogo: "conseguimos finalmente alear uma boa exibição com a obtenção de quatro golos, que é o que nos tem faltado. Vamos agora pensar jogo a jogo como se fossem finais e tentar ganhá-las para tentarmos chegar o mais perto possível dos lugares cimeiros", disse.
Já Pedro Silva era um técnico conformado com o resultado: "penso que o Corval foi um justo vencedor e o resultado acaba por se aceitar. Tentámos adiar o mais possível o golo do Corval, mas não foi possível e depois tudo se tornou mais difícil", referiu.
Roberto, por parte do Corval e Carlos Pereira, por parte do Azarujense, cotaram-se como os melhores em campo nas respectivas equipas, embora no Corval toda a equipa tenha estado bem, mas quem marca três golos num jogo ....
Bruno Piçarra e seus pares realizaram só, em minha opinião, a melhor exibição de uma equipa de arbitragem nos campeonatos distritais nos últimos anos. Muito bem. Que a humildade, o respeito por todos os intervenientes no jogo e a honestidade possam continuar a ser o suporte para uma carreira que se espera de sucesso, porque a qualidade está lá.
Joaquim Oliveira
Narrador do jogo na RC Alentejo
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
BTT
A nossa secção de BTT, participou no passeio convivio organizado pela Casa do Benfica de Reguengos de Monsaraz no passado Domingo dia 13. Este foi o primeiro evento com os novos equipamentos de inverno recentemente adquiridos. Foi também o último evento em que esta secção participou no presente ano. No próximo ano terão mais noticias nossas.
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