terça-feira, 7 de dezembro de 2010

GRANDE RECUPERAÇÃO… VITÓRIA MERECIDA!

CC CORVAL 3-2 LUSITANO GC


Jogou-se no sábado de manhã a 6º jornada do campeonato distrital de infantis, a nossa equipa recebeu o Lusitano Ginásio Clube e venceu por 3-2.
O jogo começou muito dividido com ambas as equipais a lutarem muito pela posse de bola, as ocasiões de golo eram poucas tal o equilibrio que se registava entre as duas equipas.
O primeiro golo do jogo é para os visitantes num livre directo muito bem marcado com a bola a passar a barreira do Corval e a parar só no fundo das redes. Ainda o Corval estava a tentar reagir ao golo e já o Lusitano aumentava a vantagem num bom remate que castigou assim a passividade da defesa do Corval. O jogo estava assim em 0-2 para os eborenses, restava esperar para ver qual seria a resposta dos nossos rapazes. E essa resposta não podia ser melhor, mostrando uma enorme maturidade, entrega e espirito de grupo o Corval consegue marcar 2 golos por Tiago e vai assim empatado para o intervalo.
Na 2ª parte os nossos rapazes entraram muito concentrados e com a mesma vontade que tinham mostrado antes do intervalo, tiveram claramente uma atitude de querer ganhar. E assim foi, o jogo continuava equilibrado com algumas oportunidades de parte a parte mas foi o Corval quem chegou ao golo da vitória marcado por Bia.
Contudo havia ainda algum tempo para se jogar, o Lusitano tentou reagir mas a união dos rapazes do Corval segurou a vitória até ao fim.
Foi uma vitória justa, moralizadora num jogo muito bem disputado em todos os aspectos. A festa final da equipa foi bem merecida depois de tamanho esforço. Parabéns rapaziada!

Neste jogo o Corval utilizou os seguintes jogadores:
Diogo; João; Gonçalo; Paulo; Duarte; Tiago; Bia e Marmelo

Na próxima jornada o Corval tem uma deslocação a Reguengos onde vai defrontar o líder. Certamente que será um jogo dificil mas a nossa equipa tudo fará para tentar continuar na luta pela passagem á próxima fase.

domingo, 5 de dezembro de 2010

“Pontuação máxima…futebol suficiente”

Depois da derrota em Fazendas do Cortiço, o Corval apresentou-se para este jogo frente ao Outeiro, com cinco alterações no onze inicial. Seis, se contarmos com a ausência de Vitor Bibiu por castigo. Com estas modificações que começaram na baliza com a chamada de André para o lugar de Bruno, o Corval voltou a apresentar a mesma dupla de centrais que tinha jogado ante o S. Manços – Balé e Álvaro – derivando Lameira para a direita da defesa, Rui Santinha chamado à equipa inicial, foi colocado à esquerda, fechando o quarteto defensivo. Também o meio campo sofreu algumas alterações. O regresso de Paulo Bento e a entrada de Hélio para o lugar de Canilhas. Com esta mudança, que diga-se, não deixou de causar surpresa, o Corval começou o jogo a mandar, embora a um ritmo mais lento do que tem sido habitual. Talvez por sentir que o seu adversário; o Outeiro, viesse de quatro derrotas consecutivas, e por se apresentar apenas com 11 jogadores para esta partida. Mesmo a jogar com menos intensidade, a formação da casa, adiantou-se no marcador logo aos 6 minutos por intermédio de Zé Belo, depois de uma boa jogada entre Nuno Bernardino e Paulo Bento. O Corval estava confortável no jogo, respirava confiança - em alguns casos de forma abusiva – controlava o jogo e impunha a velocidade conforme queria, e quando acelerava colocava em perigo a Baliza de Flávio (guarda-redes do Outeiro, ex. Corval). A formação de S. Bartolomeu do Outeiro, não mostrava argumentos para alterar o rumo dos acontecimentos, e deixava a entender que a 2ª metade do desafio seria um suplício para os visitantes. Esta sensação de impotência do Outeiro agravou-se quando a 4 minutos do intervalo, Roberto, aproveitou a “cratera” formada no miolo do terreno, e à entrada da área desferiu um remate forte sem hipóteses para Flávio. Os dois golos sem resposta com que se atingiu o intervalo davam ao Corval, além da merecida vantagem, a confiança para conseguir um resultado robusto, aproveitando a possível quebra física do adversário. Ao invés do que era esperado, a equipa da casa entrou “mole”, com o que parecia ser a segurança de que, mais minuto menos minuto, os golos acabariam por surgir. Quem aproveitou a “moleza” do Corval foi obviamente o Outeiro, que a espaços, esteve melhor do que os da casa, que claramente entregaram por minutos o jogo ao adversário. Certo é, que a quebra física do Outeiro não era visível, muito menos foi ainda quando a equipa orientada por Manuel Medeiros, reduziu a desvantagem na cobrança de um livre do lado direito, apareceu um desvio ao 1º poste e Rui Tiago fez o golo do Outeiro a dezanove minutos do final. Um prémio merecido para uma equipa que embora “remendada”, fez da luta, da vontade e do sacrifício as suas armas neste jogo. Com a vantagem reduzida e com um adversário motivado com o golo obtido, o Corval apressou-se em dar a resposta, pois não podia colocar em perigo três pontos que pareciam certos. A turma da casa reagiu e Balé fez entrar Ricardo Vitorino. No entanto, embora a resposta do Corval fosse positiva, aos 85 minutos, ficou na nossa opinião uma grande penalidade por marcar contra o Corval. Guilherme aproveitou um erro defensivo do Corval, isolou-se e pereceu ter sido derrubado por David Rodrigues. O árbitro estava a acompanhar o lance de perto, optou por mostrar cartão amarelo a Guilherme. Na resposta, Ricardo Vitorino ampliou a vantagem dos da casa. Já em período de descontos o Corval ainda dispôs de 2 oportunidades para marcar, uma por Ricardo Vitorino a outra por Sérgio Fialho.
Vitória justa do Corval que se colocou em apertos sem necessidade de o fazer. Se o árbitro tem sancionado a falta que nos pareceu grande penalidade – estando nós a entrar no campo do “se” – se o castigo máximo fosse transformado em golo, o Corval só teria de queixar de si por ter considerado que o jogo facilmente se resolveria a seu favor.
Quanto ao árbitro, Sr. Pedro Ramalho, vai na sua 4ª época como juiz, fez uma boa actuação, apenas manchada, reafirmo, ao não assinalar uma grande penalidade a 5 minutos do fim.

O Corval alinhou da seguinte forma:
André; Álvaro; Nuno Bernardino; Mário Amélio (Sérgio Fialho); David Lameira (David Rodrigues); Zé Belo (Ricardo Vitorino); Roberto; Hélio; Paulo Bento; Balé, Rui Santinha.

Suplentes não utilizados: Bruno; Canilhas; João Mendonça; António Caeiro.

Rui Dener (R.C. Alentejo)
                                              

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

“A saga continua!”

Nada fazia prever uma derrota tão pesada do Corval. É certo que o Fazendas do Cortiço ainda não tinha perdido em casa esta temporada, por outro lado o Corval ainda não tinha vencido fora do seu reduto. Estes são dados estatísticos, apenas isso. Só não foram alterados por dois motivos: ineficácia do Corval e espírito de luta da equipa da casa. Na realidade, o Corval à semelhança do que tem acontecido nas últimas partidas, começou muito bem. Em boa verdade, durante a primeira parte foi mesmo a melhor equipa em campo. Nos primeiros minutos, conseguiu “prender” a formação da casa ao seu reduto defensivo, criando inclusive duas situações para marcar. Esta pressão do Corval esbateu-se logo aos sete minutos, quando na segunda vez que chegou perto da baliza do Corval, Tofi abriu a contagem para o Fazendas do Cortiço, aproveitando uma bola devolvida pela barra da baliza à guarda de Bruno. Reagiu bem a equipa visitante que cinco minutos depois restabelecia a igualdade por Vítor Bibiu, dando o melhor seguimento a mais uma boa jogada individual de Roberto. Motivado pelo golo, o Corval continuou na mesma toada, ou seja, a pressionar muito alto sem dar espaço de manobra ao seu adversário. Ao minuto 23, o autor do golo da formação visitante, Vítor Bibiu, que tinha sido a “vitamina” para os seus colegas, encarregou-se de dar a primeira “machadada” na equipa, quando alegadamente agrediu Rogério, obrigando o árbitro a mostrar a cartolina vermelha. Mesmo reduzida a 10 unidades, a equipa orientada por Balé, não abdicou de tentar jogar bom futebol, em busca de mais um golo que lhe pudesse dar outra tranquilidade. As oportunidades até surgiram, a eficácia é que não. Ao intervalo o empate a uma bola ajustava-se, premiando a vontade do Fazendas do Cortiço, que a jogar contra dez sentiu muitas dificuldades, no entanto sem nunca virar as costas à luta. Contudo, era um resultado que castigava o Corval, que mais uma vez não conseguiu materializar em golos a superioridade que teve ao longo de toda a primeira parte. Para o 2º tempo, a questão era saber se os forasteiros seriam capazes de aguentar fisicamente uns 45 minutos que se adivinhavam difíceis. Mais uma vez os pupilos de Balé, entraram com a “corda” toda, novamente a pressionar muito alto e a criar oportunidades para marcar e desfazer a igualdade. Aconteceu por três vezes, duas por David Rodrigues e outra por Roberto. Nestes lances para sermos justos, há que realçar as excelentes intervenções de Lopes, o guardião do Fazendas do Cortiço, que se exibiu a grande nível, sendo ele também muito responsável pela vitória da sua equipa. Não marcou o Corval, aproveitou a formação da casa que em apenas dois minutos, marcou por duas vezes. Hugo, foi o autor dos dois golos, dando sequência a dois laces de ataque muito bem gizados, não passando despercebido o cansaço físico do Corval que, por essa altura começava a abrir brechas no meio campo. As dificuldades do Corval acentuavam-se à medida que o final do encontro se aproximava, e nem a entrada de Balé amenizou a incapacidade de resposta da sua equipa, que antes de sofrer o 4º golo, ainda esteve perto de marcar em dois lances de bola parada. Também em lace de bola corrida, Zé Belo encontrou a oposição do guarda redes Lopes, em mais uma boa intervenção. Pouco depois, a 8 minutos do fim, Jorge Pinto fixou o resultado final, através de um cruzamento, intencional ou não, que acabou por fazer um chapéu a Bruno, proporcionando um golo de belo efeito.
No final, vitória justa da formação da casa, que soube tirar proveito da expulsão de Bibiu e do desgaste físico do adversário. O Corval saiu castigado com a maior derrota da temporada, a quarta em quatro jogos fora do seu reduto, porque não soube ser inteligente para gerir o jogo quando estava reduzido a 10 unidades, e sobretudo, porque mais uma vez voltou a ser ineficaz, não sendo a boa exibição de Lopes justificação suficiente para tantas oportunidades desperdiçadas. Não basta jogar bom futebol para ganhar os jogos, é preciso marcar, até porque as vitórias morais não existem, ou pelo menos, não deviam existir.
No final do encontro, Balé, em declarações à R.C.Alentejo deixou o aviso para o balneário no sentido de ser preciso mais concentração em momentos decisivos e simultaneamente a lamentar a forma como o Corval sofre tantos golos.
Jorge Pinto, treinador do Fazendas do Cortiço, considerou que a vitória foi difícil, e acrescentou que a expulsão de Vítor Bibiu foi determinante para um resultado tão volumoso que, de certa forma não espelha o que realmente se passou em campo.

Quanto ao árbitro da partida, Sr. Nelson Dias, esteve em bom plano.

O Corval alinhou da seguinte forma:
Bruno; Canilhas (Balé); Nuno Bernardino; Mário Amélio; João Mendonça; David Lameira; Vítor Bibiu; Zé Belo; António Caeiro; Roberto; David Rodrigues (Hélio).

Suplentes não utilizados: André; Sérgio Fialho; Pedro Cartaxo; Rui Santinha.

Rui Dener (R.C.Alentejo)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

“Guerreiros até ao fim!”

À partida para a 8.ª jornada o Corval apresentava-se com algumas limitações (na teoria), nomeadamente no eixo da defesa onde António Caeiro e David Lameira, habituais centrais, estavam a cumprir castigo. No entanto, a linha de meio campo apresentada por Balé, com Paulo Bento, Nuno Bernardino (regressados ao onze) e Cláudio Canilhas, deram garantias de criatividade e qualidade de jogo pouco vistas até agora no campeonato, claro está, nas equipas já observadas por nós, o que, de certa forma ajudou a proteger o centro da defesa, onde Balé e Álvaro, deram conta e sobraram para as encomendas. De facto este Corval, que na nossa opinião efectuou o 2º melhor jogo da temporada (só superado pelo desafio frente ao Borbense), foi sem dúvida o justo vencedor deste encontro ante o S. Manços. Sem temer o 2º ataque mais concretizador da prova e uma das defesas menos batidas, o Corval enfrentou o jogo com a coragem que lhe era exigida. A jogar em casa, assumiu o jogo desde o primeiro apito do árbitro, à semelhança do que já havia feito noutras partidas, dispondo de algumas oportunidades para marcar até aos primeiros quinze minutos. Contudo, apesar do bom jogo que estava a realizar, o Corval não conseguiu até esse período de jogo, materializar em golos a sua superioridade, fazendo pairar o fantasma de outras partidas, como por exemplo na jornada anterior, em que entrou bem, não marcou e o descrédito instalou-se na equipa, o que acabou por ser fatal. O mesmo filme estava novamente em exibição, após 15 minutos jogados, o S. Manços equilibrou a partida a meio campo e criou alguns lances de perigo junto da baliza do Corval. Primeiro através de Pereira, na cobrança de um livre directo obrigou Bruno a uma grande defesa, depois foi Luís Santos a enviar o esférico à barra. O fantasma era cada vez maior. Só nos últimos 10 minutos do primeiro tempo é que a equipa da casa deu uma “sapatada” no jogo. Esteve perto de marcar quando Vitor Bibiu, depois de uma excelente jogada de Roberto, rematou forte para a baliza onde estava Luís Santos sobre a linha de golo a fazer o que Nazarete (guarda-redes do S.Manços), não conseguiria fazer, ou seja, evitar o golo do Corval. Durante a 1ª parte ainda houve tempo para uma grande jogada de Paulo Bento que nos deixou a sensação de ter sido derrubado por Nazarete na grande área, pelo que ficou por assinalar uma grande penalidade. Ao intervalo o nulo justificava-se pois os 45 minutos jogados acabaram por ser equilibrados. A 2ª metade contou uma história diferente. O S. Manços teve os primeiros minutos de bom nível e criou mesmo uma oportunidade de golo, valeu Bruno com mais uma grande defesa. Na resposta o Corval inaugurou o marcador por Vítor Bibiu, que já merecia o tão procurado golo, por ele e pela equipa. Na sequência de um canto, a confusão instalou-se junta da baliza forasteira, depois de vários remates apareceu Bibiu para resolver a questão. Apenas 3 minutos volvidos, os da casa ampliaram a vantagem por intermédio de Paulo Bento. Este 2º golo do Corval deitou por terra todas as aspirações do S. Manços. A partir desse momento o Corval geriu o jogo a seu bel-prazer. Deu mesmo a iniciativa do jogo ao seu adversário, chamando-o para o seu meio campo, para depois desferir rápidos contra ataques, tirando proveito da velocidade de Zé Belo e de Bibiu. O Corval estava confortável com este tipo de jogo, Balé refrescou o ataque colocando Pedro Cartaxo no lugar do esgotado Vítor Bibiu. Mais tarde tirou Roberto e entrou Rui Santinha para evitar surpresas no eixo da defesa e Zé Belo acabou também por sair após ter sido tocado por um adversário, dando o seu lugar a Hélio Santos. Com estas alterações o Corval não perdeu eficácia no seu jogo, mantendo-se compacto na defesa e veloz no ataque com Paulo Bento e Nuno Bernardino a pautarem o jogo a meio campo. Já perto do fim da partida, Hélio Santos desperdiçou a ensejo de fazer o 3º golo da formação da casa. Apareceu isolado só com Nazarete pela frente, o jovem do Corval rematou de forma a permitir a defesa do guardião visitante para canto. Na sequência desse canto, aconteceu a jogada mais bonita de todo o desafio. Balé bateu curtinho para Paulo Bento, este entendeu-se bem com João Mendonça que lhe devolveu o esférico, permitindo a Paulo Bento serpentear pela grande área do S. Maços, deixando 3 adversários no chão e Nazarete sem hipótese de evitar o 3º golo da turma da casa. Já no último minuto do tempo de compensação, esta jogada foi sem dúvida a cereja no topo do bolo.
Foi uma vitória justa, que não merece qualquer contestação, no entanto, parece-nos por números que o S. Manços não merecia por tudo o que fez ao longo de todo o encontro.
Quanto ao árbitro da partida, Sr. José Rosado, não teve uma tarde particularmente feliz, também não contou com a ajuda do seu auxiliar do lado dos bancos, que nos lances que podia e devia ter decido, não esteve bem.
O Corval alinhou da seguinte forma: Bruno; Álvaro; Canilhas; Nuno Bernardino; João Mendonça; Vítor Bibiu (Pedro Cartaxo); Zé Belo (Hélio); Roberto (Rui Santinha); Paulo Bento; David Rodrigues; Balé.

Suplentes não utilizados: André; Sérgio Fialho;
Rui Dener (R.C.Alentejo)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CC CORVAL 3-3 JUVENTUDE SC

UM PONTO MERECIDO PELA ENTREGA DE TODA A EQUIPA

Jogou-se no sábado de manhã a 5º jornada do campeonato distrital de infantis, a nossa equipa recebeu o Juventude Sport Clube e empatou a 3 bolas.

O jogo começou equilibrado com ambas as equipas a tentarem ganhar a posse da bola. Foram os eborenses que inaugurararm o marcador na sequência de um canto em que a nossa equipa podia ter feito bem melhor para evitar este golo. Quando a nossa equipa se organizava e tentava reagir a este golo o Juventude não permite e aumenta a contagem para 2-0.

Era agora tempo de ver como os nossos jogadores iam reagir, e a resposta da equipa não podia ser melhor. Em 2 minutos os nossos rapazes fazem 2 golos em cima do intervalo. O nosso primeiro golo foi um remate sem hipóteses de defesa executado por Marmelo, que golaço. O segundo golo nasce de um grande chuto do guarda-redes Diogo em que Tiago mais rápido que os adversários toca a bola para o 2-2 com que chegamos ao intervalo.

Na 2ª parte havia esperança que o Corval conseguisse vencer este jogo e ficar com os 3 pontos, mas do outro lado estava uma equipa bem organizada e bastante agressiva, por vezes até agressiva fora dos limites.

Com o decorrer do jogo na 2º parte o Juventude chega ao 3-2 num golo em que a nossa defesa foi algo lenta a atacar a bola e o adversário aproveitou.

A nossa equipa não baixou a cabeça e vai à procura do empate que consegue pouco tempo depois por Tiago fixando assim o resultado em 3-3.

Até ao final ambas as equipas procuraram a vitória mas foi o Corval que acabou o jogo literalmente em cima da baliza do Juventude, de lembrar que o jogo terminou com um canto a favor da nossa equipa que não chegou a ser batido pois o árbitro terminou o jogo. Decisão pouco habitual e que em nada agradou aos jogadores e adeptos do Corval.

O empate acaba por ser justo pelo que ambas as equipas lutaram e fizeram durante o jogo. Termina assim a 1ª volta da nossa Série e a nossa equipa ainda tem hipóteses de discutir a subida, embora não seja tarefa fácil.

Neste jogo o Corval utilizou os seguintes jogadores:

Diogo; Sara; Gonçalo; Paulo; Duarte; Tiago; Bia; Luis e Marmelo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Marotona btt de Samora Correia

A nossa secção de btt participou no passado dia 21 na Maratona BTT de Samora Correia uma prova que decorreu essencialmente nos terrenos da companhia das Lizirias, onde a grande dificildade foi o terreno muito pesado e com muita água e lama.

“Uma questão de…eficácia”

Tarde de chuva e terreno difícil era o que as equipas tinham à espera. Num jogo de muita luta e entrega, a eficácia fez a diferença, e neste capítulo o Valenças levou a melhor. Contudo, o Corval entrou muito bem e logo aos 8 segundos teve em Roberto a primeira oportunidade de golo, quando apareceu na zona frontal à baliza, desferindo um forte remate só parado por Marona (guarda-redes do Valenças). Ainda não estavam decorridos 6 minuto, Marona voltou a entrar em acção, ao segurar o esférico praticamente em cima da linha de golo. Tendo em conta estes minutos iniciais, onde o Corval surpreendeu o desconcentrado Valenças, ficava a ideia que mais tarde ou mais cedo os visitantes iriam marcar. Ao invés do que se poderia esperar, o Corval pareceu desmotivar-se com as oportunidades desperdiçadas, e entregou o ouro ao bandido, ou seja, perdeu ímpeto e capacidade atacante. O Valenças aproveitou muito bem as facilidades concedidas para equilibrar a contenda. Adiantou-se no marcador ao minuto 15 por intermédio de Cláudio, que aproveitou da melhor maneira uma desatenção da defensiva do Corval, livre de marcação no coração da área de rigor, desfeiteou Bruno pela primeira vez. O Corval acusou o golo e ainda não estava recomposto do primeiro, já Henrique aumentava a contagem ao aparecer sozinho do lado direito do ataque, beneficiando de mais um erro da defensiva Corvalense. Com apenas 22 minutos decorridos e a vencer por dois golos de diferença, o Valenças descomprimiu permitindo ao Corval recuperar a confiança perdida com os dois golos sofridos, de tal forma, que os últimos dois minutos do primeiro tempo, a bola esteve sempre perto da baliza à guarda de Marona, tão perto que acabou por entrar, dando sequência a um grande lance individual de Pedro Cartaxo, que depois de serpentear pela defensiva da casa, cruzou para o desvio vitorioso de António Caeiro. Com este golo obtido nos segundos finais da primeira parte, o Corval voltava a deixar no ar a ideia que a 2ª metade do jogo seria disputada com grande intensidade, pois a este Corval, não falta garra e vontade para lutar contra as adversidades. De facto, a equipa orientada por Balé, deu uma excelente resposta no 2º tempo. Entrou com mais objectividade e exerceu um maior domínio territorial, obrigando o Valenças a recuar no terreno. Durante os primeiros 20 minutos da segunda metade, os visitantes poderiam ter chegado ao empate por duas vezes. À passagem dos 75 minutos, David Lameira recebeu ordem de expulsão por acumulação de amarelos. A tarefa do Corval se já era complicada ficou ainda mais difícil. Reduzido a 10 unidades, Balé foi obrigado a remendar a equipa, recuando Mário Amélio para central e fazendo entrar Nuno Bernardino para o meio-campo. Esta alteração manteve o Corval equilibrado e com ritmo competitivo para o que faltava do jogo. Com menos uma unidade, ainda deu para criar duas oportunidades de golo. Uma por Roberto que poderia ter rematado à baliza quando estava em boa posição para o fazer, no entanto, preferiu fazer o passe para Zé Belo, que não chegou a receber o esférico. Já ao cair do pano, Canilhas teve na cabeça a última oportunidade par fazer o empate. Falhou. No final do jogo o resultado premiou a maior eficácia da equipa da casa e penalizou claramente o Corval que mais uma vez pecou na finalização à semelhança do que já acontecera em jogos anteriores.

Quanto ao árbitro da partida, Sr. Bruno Piçarra, teve uma tarde sem problemas.

O Corval alinhou da seguinte forma:
Buno; Canilhas; Mário Amélio; João Mendonça; David Lameira; Vitor Bibiu; António Caeiro; Roberto; Pedro Cartaxo (Nuno Bernardino); David Rodrigues (Zé Belo); Balé (Álvaro).

Suplentes não utilizados: André; Sérgio Fialho; Hélio; Rui Santinha.

Rui Dener (R.C.Alentejo)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Na ausência do Presidente...

Um substituto á altura...

A MERECIDA VITÓRIA …

CAMPEONATO DE INFANTIS - Série B – 4º Jornada

Monte Trigo 1-4 Corval
Jogou-se no sábado de manhã a 4º jornada do campeonato distrital de infantis, a nossa equipa foi ao terreno do Monte Trigo e venceu por quatro bolas a uma.
O jogo começou algo lento com a nossa equipa a tentar ter a posse de bola mas sem o conseguir.
Perante isto foi a equipa da casa que fez 1-0, ai a nossa equipa tentou reagir e sem fazer muito para isso acaba por conseguir o empate antes do intervalo por intermédio de Tiago.
Esta foi talvez a pior 1ª parte da época até ao momento realizada pelos nossos rapazes, ainda assim conseguiamos chegar ao intervalo empatados.
Na 2ª parte o Corval entrou com uma atitude melhor e à procura da vitória, fez assim notar a sua superiodade e sem surpresa fez mais 3 golos colocando o resultado em 1-4. Na 2ª parte o Monte Trigo quase não chegou à nossa baliza pelo que foi relativamente fácil manter esta vantagem que podia mesmo ter sido ampliada por algumas ocasiões flagrantes que tivemos e desperdiçamos.
De destacar mais uma vez Tiago que fez mais 3 golos e já soma assim 10 no campeonato em apenas quatro jornadas. O outro tento foi marcado por Bia que certamente vai querer repetir o feito por mais vezes.

Neste jogo o Corval utilizou os seguintes jogadores:
Diogo; Sara; Gonçalo; Paulo; Duarte; Tiago; Bia; Luis e João

Na próxima jornada a nossa equipa de infantis recebe o Juventude de Évora num jogo que promete ser muito disputado.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

“No meio esteve a virtude”

No segundo encontro desta época entre Corval e Estremoz, a formação das terras do mármore voltou a levar a melhor.
Desta feita, na partida a contar para a 2ª eliminatória da taça distrito de Évora, a vitória do Estremoz foi mais curta do que no jogo para o campeonato. O Corval, que pretendia dar uma imagem diferente daquela deixada no jogo para o campeonato, desde o apito inicial assumiu as despesas no jogo, e causou algum embaraço ao seu adversário. Esta entrada forte do Corval durou apenas 10 minutos. Após esse período, o Estremoz não só equilibrou o jogo como tomou conta dele. O Corval embora reforçado no seu meio campo com a estreia de Paulo Bento, não conseguiu contrariar o bem organizado bloco do Estremoz, de resto, a formação do Corval só por duas vezes incomodou o guarda-redes Xuma. Uma vez por Roberto a outra por Paulo Bento. Para lá disto, pouco mais o Corval teve oportunidade de fazer durante a 1ª parte, além de reclamar uma grande penalidade a seu favor, devido ao alegado derrube de Zé Belo, que também a nós nos deixou a ideia de ter acontecido. Por seu turno, o Estremoz com um meio campo muito forte e experiente, tomou conta do jogo e pressionou a equipa da casa de tal forma que esta parecia estar amarrada num colete-de-forças, sem alternativa para contrariar o melhor futebol Estremocense. Numa das boas jogadas de ataque do Estremoz, Fábio silva, foi derrubado na área do Corval por David Lameira. Este lance que nos pareceu bem ajuizado pelo árbitro, permitiu a Tracanas, que chamado a converter, não desperdiçou a oportunidade de inaugurar o marcador. Havia 32 minutos jogados e os forasteiros justificavam a vantagem que levaram para as cabines ao intervalo, sobretudo pelo futebol que praticaram e por aquilo que não deixaram o Corval fazer. No reatar do jogo, o Corval voltou a entrar mais forte que o adversário deixando no ar a ideia que poderia dar a volta ao jogo, afinal, estávamos perante duas equipas, que daquelas já vistas, são as que praticam melhor futebol. A reacção da turma da casa não durou muito tempo, pois o Estremoz cedo voltou a pegar no jogo e aos 8 minutos da 2ª metade (53 na globalidade), chegaram ao segundo golo numa jogada rápida de contra ataque, onde veio à tona a maior experiência da equipa visitante. Até aos 75 minutos o Estremoz teve a oportunidade de aumentar a vantagem, só não o fez porque David Lameira o evitou sobre a linha de golo. Ao minuto 77, o Corval marcou por intermédio de Pedro Cartaxo (segundo jogo consecutivo a marcar), reduzindo a desvantagem e, diga-se em abono da verdade, um golo merecido pelo esforço e entrega ao jogo dos Pupilos de Balé, de facto, a partir deste momento o Corval mandou no jogo, não só pela motivação de ter marcado, mas também pela substituição efectuada por José Carlos Mourão (treinador do Estremoz), ao tirar Tracanas no momento em que sofre o golo e antes da partida ser reatada. Tracanas que enquanto este em campo foi um quebra-cabeças para a defensiva do Corval que passou por momentos de algum desnorte. Arriscou bastante o técnico visitante, que deu de bandeja o jogo ao adversário quando ainda faltava mais de 15 minutos de jogo se tivermos em conta o tempo de compensação. Correu tudo bem para o Estremoz que soube defender-se bem do ataque do Corval. O resultado não se alterou até ao final e quem assistiu ao jogo, viu uma partida de futebol bem disputada com momentos de bom futebol, onde se destacaram no Corval, Paulo Bento, Roberto, João Mendonça, Nuno Bernardino e Pedro Cartaxo, que além do golo, entrou com vontade de dar outro rumo aos acontecimentos.
Quanto ao Estremoz tem um meio campo fortíssimo, e com jogadores como Fábio silva, Nuno Abegão, Fábio Tracanas, Soares e companhia, fazem desta, uma equipa de outro campeonato, entenda-se de outro escalão.
Neste jogo de taça, só uma das duas equipas seguiria em frente, na nossa opinião seguiu a que melhor esteve em campo.
Quanto ao árbitro da partida, Sr. Luís Godinho, não teve uma grande actuação e ainda contou com a ajuda dos auxiliares para dar um tom mais negro ao seu desempenho.

Rui Dener (R.C.Alentejo)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Taça de Évora Resultados

C.C. Corval 1-2 CF Estremoz
Redondense 3-1 LCDA (A.P.)
Lavre 3-4 Portel (A.P.)
Oriolenses 2-0 Faz. Cortiço
Sp. Viana Alentejo 2-0 São Manços
Calipolense 2-2 Perolivense (7-6) após G.P.
Monte Trigo 9-1 Brotense
Canaviais 1-0 Luso Morense

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Jogos do Fim de semana

Campeonato Distrital de Infantis
Sábado dia 13 de Novembro - 10 H e 30 M
Parque Desportivo de Monte Trigo
Monte Trigo X CCCorval

Taça Distrito de Évora - 2.ª Eliminatória
Domingo dia 14 de Novembro - 14H 30 M
Parque Desportivo de Corval
CCCorval X Estremoz

terça-feira, 9 de novembro de 2010

“Soube a pouco”

Num jogo em que o Corval entrou com vontade de limpar a má imagem do jogo em Estremoz, oportunidades para marcar não faltaram. Aos 10 segundos de jogo, Zé Belo teve a primeira ocasião de golo. Pouco depois foi David Rodrigues, que junto da linha de golo rematou por cima do travessão da baliza defendida por Alexandre. Até ao intervalo, ainda houve tempo para Balé, João Mendonça e Roberto desperdiçarem a possibilidade de inaugurar o marcador. Tantas oportunidades de golo ilustram bem o caudal ofensivo do Corval, que contava com os dois laterais a subirem bem pelos flancos, obrigavam a defensiva do Brotense a “abrir” e a deixar espaço para os dois avançados, Bibiu e Zé Belo, também eles bem apoiados por Roberto deram imenso trabalho à defensiva visitante. Quanto ao Brotense, apostou num futebol directo, tentando ser consistente na defesa para enviar bolas para Mantas e Paulo Faria, na expectativa do erro da defesa do Corval, que diga-se, pareceu estar tranquila. O nulo ao intervalo castigava duramente a ineficácia do Corval. O 2º tempo não trouxe nada de novo. O Corval atacava, o Brotense lutava com todas as forças para manter o empate, uma vez que, António Vedor, treinador do Brotense, cedo percebeu que dificilmente ganharia este jogo. Ao minuto 79, Roberto numa excelente jogada individual, ultrapassou três adversários, e rematou forte para inaugurar o marcador. Este 1º golo do Corval, premiou a atitude de toda a equipa, mas sobretudo a aposta de Balé que por esta altura jogava apenas com 3 defesas, apostanto forte no ataque onde tinha 4 homens para “massacrar” a defensiva exausta do Brotense. Já no tempo de compensação, Pedro Cartaxo, aumentou a contagem dando o melhor seguimento a um cruzamento de Zé Belo. A vitória do Corval é incontestável e podia ter atingido outros números que de certa forma também seriam muito penalizadores para o Brotense que diga-se, lutou com dignidade mas não resistiu ao melhor futebol do Corval.

No final do jogo, António Vedor, treinador do Brotense, reconheceu a superioridade do adversário e a justiça do resultado.

Do outro lado, Balé admitiu que a equipa queria apagar a imagem deixada em Estremoz, fazendo uma boa exibição e ao mesmo tempo somar 3 pontos. Objectivo que alcançou deixando também uma sugestão para os sócios e adeptos do Corval, no intuito destes continuarem a apoiar a equipa, pois o facto de não estar nos primeiros lugares não invalida que os objectivos não sejam cumpridos.

Quanto ao árbitro, Sr José Pinto, quase nem se deu por ele, não fora a desastrada actuação do auxiliar João Nunes, esta equipa de arbitragem teria nota positiva.

Equipa do Corval: Bruno; Álvaro; Canilhas (Nuno Bernardino); João Mendonça; Lameira; Bibiu (Rui Santinha); Zé Belo; António Caeiro; Roberto; David Rodrigues (Pedro Cartaxo); Balé.

Suplentes não utilizados: André; Sérgio Fialho.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Infantis: Corval 4-4 Portel


O PRIMEIRO PONTO MAS QUE NOS SABE A POUCO

Jogou-se no sábado a 3º jornada do campeonato distrital de infantis, a nossa equipa recebeu o Portel e empatou a 4 bolas.

O jogo começou equilibrado e sempre com muita luta a meio campo pela posse de bola. Mas foi a equipa do Corval que conseguiu superiorizar-se e chegar a uma vantagem de dois golos ambos marcados por Tiago.

Depois tivemos a reacção dos visitantes que conseguiram fazer o 2-1, e quando se pensava que a nossa equipa podia ir a baixo Tiago volta a marcar fazendo o 3-1. Até ao intervalo o Portel teve ainda uma oportunidade de marcar de grande penalidade mas Diogo brilha ao defender o penalti e a respectiva recarga.

Chegamos ao intervalo a vencer por 3-1 a jogar bem, a lutar muito a merecer a vantagem.

Depois do descanso era esperada a reacção do Portel mas foi o Corval a ampliar a vantagem para 4-1 num canto superiormente batido por Tiago onde aparece João a desviar ao 1º poste.

O corval tinha assim vantagem de 3 golos, mas ainda faltava muito tempo para jogar. O Portel foi a procura de reduzir essa mesma desvantagem e foi o que fez, com uma bela entrega ao jogo e perante o desgaste dos jogadores do Corval o Portel consegue fazer 3 golos e chegar ao empate final que foi de 4-4.

É um empate com sabor amargo dada a vantagem que tinhamos e visto que o Corval esteve sempre em vantagem no jogo.

Ainda assim temos que dar os parabéns aos nossos atletas que tanto correram e lutaram. Não vamos desistir de lutar pela vitória que vamos conseguir em breve certamente.

De destacar ainda a boa exibição do nosso guarda-redes Diogo ao defender a grande penalidade e mais uma mão cheia de boas intervenções, tambem Tiago merece um destaque pois faz o 2º hattrick consecutivo da época e já leva 7 golos em 3 jogos, é obra.

Neste jogo o Corval utilizou os seguintes jogadores:

Diogo; Marmelo; Gonçalo; Paulo; Duarte; Tiago; Bia; Luis e João

Um comentário tambem ao novo modelo deste campeonato que em nada beneficia equipas como o Corval que tem poucos jogadores, é um modelo que prejudica muito as equipas sem terem por onde escolher e que se já tinham dificuldades assim ainda mais vão ter ao longo do campeonato.

Na próxima jornada a nossa equipa de infantis desloca-se ao terreno do Monte Trigo.